Espécies de gatos 2
manx
pêlo curto americano
pêlo curto britânico
persa - bicolor
russian blue
Sagrado da Birmânia
sheeba - pêlo curto brasileira
Siamês Siamese
Siamês François
Sphynx
Sphynx
manx
pêlo curto americano
pêlo curto britânico
persa - bicolor
russian blue
Sagrado da Birmânia
sheeba - pêlo curto brasileira
Siamês Siamese
Siamês François
Sphynx
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Abyssinio
balinês
chartreaux
Devon Rex
egyptian mau
exótico
gato bengal
gato manie coon
japabob bobtail japonês
História do Gato Doméstico
Você sabia que os gatos provavelmente tiveram o mesmo ancestral do cachorro? Acredita-se que o Miacis (imagem ao lado), um pequeno animal que vivia em árvores, há muito extinto, foi o antepassado do gato. Este seria também o ancestral do urso, da doninha, do guaxinim, da raposa e do coiote. Viveu há cerca de 40 milhões de anos, tinha o corpo comprido, um rabo maior do que o corpo e pernas curtas. Provavelmente também tinha unhas retráteis como o gato.
Há 10 milhões de anos atrás surgiu o Dinictis, mais parecido com o gato atual.
Os Felídeos ou felinos, são os mais especializados, mais numerosos e mais importantes dos carnívoros.
A família dos Felídeos, espalhada sobre quase toda a área de distribuição da ordem dos carnívoros, compreende 3 gêneros: Acinonyx (Cheeta), Felis (Puma, Jaguatirica, Gatos domésticos e todos de pequeno ou médio porte) e Leo (Leão, Tigre, Pantera, Onça), com 37 espécies no conjunto.
Os gatos domésticos são primos distantes de outros felinos e guardam características em comum com os grandes felinos selvagens, como o caminhar silenciosa e delicadamente sobre as almofadas plantares, a técnica de caçar e as unhas retráteis, com exceção do Guepardo que tem as unhas e patas apropriadas para a corrida, chegando a alcançar 100Km por hora numa corrida de curta distância.
No Antigo Egito os gatos eram adorados devido a sua associação com a Deusa da Lua, Pasht, de cujo nome acredita-se ser derivada a palavra "puss", que significa "bichano" em inglês.
A Deusa Bast, que representa o sol, também foi identificada com gatos, e é retratada com a cabeça de um gato.
Quando os gatos morriam, eram mumificados e seus donos mostravam seus sentimentos raspando as sombrancelhas em sinal de luto.
Hoje, os gatos da raça Abissínio, são semelhantes ao gatos do Antigo Egito.
Estátuas, desenhos e pinturas em tumbas, revelam que os gatos nessa época, eram de pelo curto, corpo esguio e pernas longas. Muitos consideram que este foi o ancestral da maioria das raças de gatos domésticos conhecidas atualmente.
Era proibida a saída dos gatos do Egito, mas o povo Fenício parece ter os levado em suas embarcações comerciais, para a Europa, por volta do ano 900 a.C., chegando à Itália antes da Era Cristã.
Os romanos, quando invadiram e dominaram o Egito, adotaram o culto a Deusa Bast e seus gatos foram também perpetuados em estátuas, murais e mosaicos. Tinham grande apreciação pelos gatos, e os retratavam como símbolo de liberdade.
Com as invasões Romanas, os gatos foram seguindo seus exércitos e se introduzindo em toda a Europa.
Dessa forma os gatos chegaram à Inglaterra, portanto, o gato inglês tem como base o gato egípcio, mas gatos ingleses selvagens também foram domesticados.
O Príncipe de Gales, promulgou no século X, leis protegendo os gatos, estabelecendo valores de venda e garantias de compra. Além disso, a pena para quem matasse um gato era paga com trigo: o ga to morto era segurado pela ponta da cauda e sobre ele era jogado o trigo, até encobrir a ponta da cauda. Os gatos, durante muito tempo, foram bem aceitos pelo homem como animais domésticos, por sua beleza e grande habilidade em caçar ratos. Exatamente por sua habilidade como caçador de ratos, no século XI auxiliavam no combate a estes vetores, transmissores da Peste Bulbônica.
Na Idade Média, os gatos enfrentariam seus piores tempos. Surgiu um culto a uma deusa pagã - Freya - envolvendo gatos. Esse culto foi considerado heresia e membros desta seita eram punidos severamente com torturas e morte. Como os gatos faziam parte do culto, foram acusados de serem demoníacos, principalmente os de cor preta. Isso custou a vida de milhares de gatos, que foram cruelmente perseguidos, capturados e jogados à fogueira, havendo a maior destruição de gatos de toda a história.
Uma pessoa que fosse vista ajudando um gato, principalmente gatos pretos, estava sujeita a ser denunciada como bruxa e a sofrer tortura e morte.
As pessoas acusadas de bruxaria e seus gatos, eram logo responsabilizadas por qualquer catástrofe que acontecesse.
Esta onda de perseguição criou diversas superstições que persistem até hoje, como: cruzar com gato preto causa azar. Felizmente este preconceito terminou e no século XIX o gato já era bem-visto.
O índio norte-americano, não parece ter domesticado os felinos selvagens presentes no continente, como o lince, puma e ocelote. A domesticação de felinos só ocorreu quando os imigrantes europeus trouxeram gatos da Europa, para que ajudassem a combater os ratos e camundongos, tanto no campo quanto na cidade.
Miacis: O provável ancestral
do gato moderno.
Os gatos eram muito populares por sua beleza no Egito antigo.
A deusa pagã Freya:
Cultos envolvendo gatos .
Os gatos foram cruelmente perseguidos na Idade Média. Eram considerados sinal de má sorte. Gatos pretos em especial.
Ronronar
Quando acariciamos um gato dócil, ele normalmente começa a emitir um agradável ruído, como um "motorzinho". A verdade é que este hábito ainda não foi totalmente compreendido pelos biólogos. O certo é que o ronronar não provém de cordas vocais. Estas servem para outros sons menos agradáveis do seu repertório - os miados e gemidos.
Quando um gato emite o característico ronronar de satisfação, pode-se sentir as vibrações que emanam da garganta. Dentro dela, juntamente com as cordas vocais, o gato possui um par de estruturas chamadas pregas vestibulares, ou falsas cordas vocais, e alguns cientistas acreditam que elas vibram quando o gato respira. É evidente que o ronronar exige muito pouca energia e o animal pode produzi-lo durante vários minutos seguidos.
No entanto, há quem diga que as falsas cordas vocais nada têm a ver com o ronronar e que é a sensação de prazer, que aumenta a turbulência no sistema circulatório do gato, que está na origem do fenômeno. Esta turbulência, segundo alguns cientistas, é maior onde o sangue flui numa veia excepcionalmente larga, situada no peito do animal. Quando os músculos à volta dessa veia se contraem, as vibrações provocadas pela turbulência são amplificadas pelo diafragma, antes de subirem pela traquéia e ressoarem na cavidade sinusoidal. Para os gatinhos recém-nascidos, que ainda não ouvem bem, sentirem as tranqüilizantes vibrações do corpo da mãe é provavelmente mais importante que o ronronar.
Não são só os gatos domésticos que ronronam: muitos felinos selvagens de pequeno porte, como o lince e a jaguatirica, também podem comunicar prazer dessa maneira. Contudo, os grandes felinos, como os tigres e os jaguares, não têm essa característica.
O carinho entre os gatos inclui lambidas, delicadas mordidas e esfregadas de corpo e cauda.
Normalmente os gatos adoram carinho. O gesto além de relaxar seu animal, é importante para estabelecer uma boa relação entre vocês.
Características dos gatos
Os gatos pertencem a ordem carnívora, na qual os animais tem dentes cortantes e salientes, e consomem carne. Os gatos foram classificados pelos biólogos como carnívoros devido aos aos seus dentes, mas existem outras características comuns a todos os carnívoros como o corpo peludo e com garras nas patas. Os gatos são muito silenciosos. Esta é uma herança de seus antepassados que fazem deles caçadores ainda melhores. Isto porque suas patas tem uma densa pelagem, que abafam os ruídos das patas contra o chão. Embora o homem seja muito maior do que o gato doméstico, os gatos tem um número muito maior de ossos: 230, contra os 206 do homem. Muitos destes ossos estão localizados na cauda. A Cauda Os gatos tem comportamentos diferentes com a sua cauda, de acordo com o espécime ou raça. Mesmo assim, de maneira geral, as caudas nos dizem muito sobre como está o "humor" deles. Quando levantada mostra orgulho e contentamento do gato. Quando estendida e ereta, mostra que está espreitando um ataque. Enrolada diz que o gato está espantado ou aflito. E diferentemente dos cachorros, quando agita a cauda de um lado para o outro, pode demontrar que o gato está bravo ou nervoso.
Expectativa de vida
Em cativeiro, os gatos vivem tipicamente entre 15 e 20 anos, mas o exemplar mais velho já registrado viveu até os 36 anos. Os gatos domésticos têm sua expectativa de vida aumentada quando não têm permissão para vagar pelas ruas, o que reduz o risco de ferimentos ocasionados por brigas e acidentes, bem como quando são castrados, o que também reduz os risco de incidência de câncer de testículos e ovários. Gatos selvagens vivendo em ambientes urbanos têm expecatativa de vida de 2 anos ou menos.
Porte
Os gatos geralmente pesam entre 2.5 e 7 kg, embora alguns exemplares podem exceder 11 kg. Existem casos de gatos com 23 kg devido à superalimentação.
Com pouca luz, os gatos tem uma visão superior aos humanos. No ambiente selvagem, caçam mais pela noite
Pelos abafam o ruído das patas permitindo aos gatos se moverem em silêncio.
A cauda do gato pode revelar muito sobre como o gato está se sentindo.
Ao lomgo dos tempos os gatos foram amados, temidos e odiados.
Hoje, somente uma coisa é inegável: despertam e sempre despertaram fascínio sobre nós.
Cuidar de uma porção de gatos abandonados não é fácil. O site sosgatinhos faz um bonito trabalho e tem muitas despesas veterinárias.
Você pode acessar o site, adotar um gato, fazer uma doação ou comprar um desses relógios aí de cima para ajudar a manter este bonito trabalho.
Você sabia que no Oriente há séculos a pintura artística em gatos é comum? E hoje esta atividade está se tornando moda entre os milionários ocidentais.
A BBC publicou que integrantes da alta sociedade, como o investidor americano Gordon Tate, pagam milhares de dólares para que artistas aclamados internacionalmente transformem seus animais de estimação em objetos de design.
Para conferir estas imagens fantásticas, visite www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/03/070315_gatosarte_is.shtml
É lamentável quando vemos gatos que lutam pela sobrevivência nas ruas das grandes metrópoles. É muito comum o sacrifício, envenenamento, fome e outras mazelas a que esses animais ficam expostos.
Uma recente pesquisa mostra que o abandono de animais domésticos cresce no país. Projeções com base em estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS) estimam que existam cerca de 10 milhões de gatos no Brasil, dos quais uma parcela expressiva em situação de risco ou abandono. Muitos acabam por morrer de fome ou são atropelados e feridos nas estradas e ruas, enquanto vagam em busca de alimentos e de abrigo.
Vale adotar um gatinho carente ou apoiar entidades que atuam na luta por melhores condições para os gatos de rua.
Se você já convive com gatos há um bom tempo, deve saber que cada gato é único.
Da gata da foto acima, por exemplo, podemos dizer muita coisa observando o seu comportamento no dia-a-dia. Elza é Carente, teimosa, manhosa, ciumenta, carinhosa, exigente e muito mais...
Ao repreenderem seu bicho de estimação, as pessoas erram, basicamente, quando partem para o grito e apelam para a força bruta. Isso não surte nenhum efeito positivo.
Cabe ao dono perceber as preferências do seu gato e dar um limite para as travessuras que podem aprontar. Tudo com muito jeito e amor, é claro.